terça-feira, 27 de janeiro de 2015

ABERTAS INSCRIÇÕES CURSO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - ENFASE ABUSO SEXUAL INFANTIL

Curso VIOLENCIA DOMÉSTICA - Profa. Jussinara Narvaz

PÚBLICO ALVO
Psicólogos, assistente social e profissional da área da saúde.




Psicóloga Dra. Martha Narvaz (CRP 07/ 4299): Psicóloga e Terapeuta Familiar (INFAPA/CEFI), Especialista em Terapia Familiar; em Famílias com Dependência Química e na Área de Violência Doméstica (USP). Dra em Psicologia (UFRGS).

Advogada Esp. Jussinara Narvaz: Advogada, Profa. Universitária de Direitos Fundamentais na FACEM/MA/UNIP; Especialização da FASEP/DF de Gestão e Planejamento em Saúde da Família e Saúde Mental; Profa. UNISINOS; Membro da Comissão de Direitos do Idoso OAB/MA, com atuação no atendimento ao cidadão em condição de vulnerabilidade, Especialista em Direito Penal e Processual Penal, Direito Prevideniciario Politicas Públicas IDLT/FASEP/DF, Atuação docente e profissional na defesa dos interesses de VULNERÁVIES - criança, adolescente, idoso, mulher e deficiente.

Psicóloga Esp. Isolde Lindeman (CRP 07/8072): Psicóloga, especialista em Terapia de Casal e Família (CEFI); experiência com famílias de Dependência Química e Violência Doméstica.


Psicóloga Esp. Isolde Lindeman (CRP 07/8072): Psicóloga, especialista em Terapia de Casal e Família (CEFI); experiência com famílias de Dependência Química e Violência Doméstica.




Violência: teorias explicativas, conceitos, definições e categorias; Violência e poder: abuso de poder e aspectos geracionais e de gênero; aspectos sociohistoricos: a questão do desamparo na contemporaneidade e a adultização-pedofilização da infância. Vídeo “Canto de Cicatriz” .Violência doméstica: categorias e definições; diferentes formas de abuso, conceituação, mitos, sinais e sintomas, fatores de risco, seqüelas físicas e psíquicas, dados estatísticos; peculiaridades da família incestogênica – o ciclo aditivo e a questão do segredo. A complexidade das questões familiares: o papel da mãe das vítimas de abuso sexual, o impacto na família extensa e nos irmãos e irmãs da vítima de abuso sexual; Compreendendo os agressores e abusadores sexuais: tipologias, características e manejo; as co-morbidades e o papel das relações sadomasoquistas e da dependência química nas situações de violência doméstica. Aspectos práticos: intervenção interdisciplinar. Entrevista para a identificação da violência: cuidados fundamentais e protocolos de avaliação. Questão da denúncia legal e do sigilo; especificidades das entrevistas periciais. Manejo de situações especiais: as disputas de guarda e as síndromes por procuração e a questão das falsas memórias; A questão da equipe  e  da rede  de  encaminhamento: aspectos éticos legislação.





Sábados: 28/03; 25/04; 23/05; 20/06 e 04/07 das 9h às 12h15min




Sede da Projecto - Porto Alegre/RS
Av.Cel. Lucas de Oliveira, 1580
Bairro: Petrópolis, Cep: 90460-001




Investimento para pagamento na loja*:
Inscrições antecipadas até 16/03 Matrícula: 40,00 e 4 x 170,00 ou 652,00 à vista*
Inscrições a partir de 17/03 Matrícula: 40,00 e 4 x 196,00 ou 704,00 à vista*

*Somente com cheque ou dinheiro
*O valor da matrícula encontra-se incluso no valor à vista.
*Inscrições antecipadas: pagamento devera ser efetuado na íntegra de acordo com as condições estabelecidas para cada curso, dentro da data prevista para o mesmo.

A compra efetuada pelo site, no PAGSEGURO pode ser parcelada em até 12x com juros.

VAGAS LIMITADAS

INSCRIÇÕES ATÉ 20/03

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

A Ira de um Anjo (Child of Rage) - Documentário COMPLETO [Legendado PT-BR]



A pedido de alguns alunos dos cursos de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA  - ênfase abuso sexual infantil, acima o documentário assistido em sala de aula.

Bem Estar - Estudos buscam elo entre casos de narcolepsia e vacina contra H1N1

Bem Estar - Estudos buscam elo entre casos de narcolepsia e vacina contra H1N1:

'via Blog this'

Mais sobre NARCOLEPSI

Narcolepsia: bem além da preguiça

Doença causa sono incontrolável e perda de força muscular após emoções fortes

A narcolepsia é um distúrbio primário do sistema nervoso central caracterizada por ataques irressistíveis de sono e perda da força motora após emoções, denominados de cataplexia. A narcolepsia primária pode ser dividida em narcolepsia com cataplexia e narcolepsia sem cataplexia. A forma secundária pode ser consequência de uma outra condição médica, como a doença de Parkinson ou um trauma severo de crânio.
Moça dormindo no teclado
Pacientes com narcolepsia sofrem preconceito com o estigma de preguiçosos. Perdas na esfera pessoal, profissional e familiar com comprovado baixo rendimento são vistos por toda a vida destes pacientes. Sem dúvida a melhor maneira de evitar esta realidade é pela informação, que possibilita diagnóstico e tratamento adequados.

Causas e fatores de risco

O que se sabe hoje é que a narcolepsia é consequência da perda de um grupo de células localizadas numa região cerebral chamada de hipotálamo. Estas células morrem precocemente e não produzem uma substância chamada de hipocretina, responsável por nos manter acordados.
A falta ou a diminuição desta substância no sistema nervoso central desencadeiam os sintomas da narcolepsia. Muitas são as possibilidades propostas para explicar esta morte celular. A mais aceita atualmente é a teoria imunológica, em que há uma agressão do sistema imunológico do próprio paciente contra as células do hipotálamo. Esta autoagressão pode ser desencadeada por alguns agentes internos ou externos após uma reação causada por uma infecção viral, por exemplo.

Incidência

A narcolepsia possui uma prevalência de cerca de 2 portadores para cada 10 mil pessoas, e está relacionada com a presença aumentada de dois genes alelos: HLA-DQB1*0602 e HLA DR2.

Sinais e Sintomas

Além da sonolência excessiva durante o dia, a doença também pode ser caracterizada pela fraqueza muscular após episódios de emoção.
Em um quarto dos pacientes, podem ocorrer as alucinações hipnagógicas, que se manifestam durante a transição entre o sono e a vigília. Outros 30% dos casos são marcados pela paralisia do sono, uma paralisia do corpo ao acordar. Também é bastante comum a fragmentação do sono noturno.

Diagnóstico

O diagnóstico da narcolepsia é feito por meio da análise das queixas clínicas e pela avaliação eletrofisiológica (exame de polissonografia). A suspeita clínica é muito importante e direciona para uma investigação com a polissonografia e com o teste de múltiplas latências do sono.
A polissonografia é importante para afastar outras doenças do sono que poderiam justificar a sonolência execessiva durante o dia, como a síndorme da apneia do sono.
Já o teste de múltiplas latências do sono consiste na análise de cinco cochilos de 20 minutos de duração durante o dia. O diagnóstico de narcolepsia é confirmado quando o paciente dorme muito rapidamente durante os cochilos e com as fases do sono muito mais profundas do que em pessoas normais.

Tratamento

O controle da sonolência excessiva e da cataplexia é o objetivo do tratamento, que pode ser dividido em comportamental e farmacológico.
O tratamento dos pacientes com narcolepsia visa a integração familiar e pessoal. Os horários regulares para a rotina diária e uma boa higiene do sono são pontos chaves para um bom resultado. Alguns pacientes percebem um grande benefício com curtos cochilos programados, além de atividades físicas regulares que auxiliam no controle da sonolência excessiva durante o dia. Deve-se evitar o consumo das bebidas alcoólicas, das drogas sedativas ou daquelas medicações que promovam o sono, como os antialérgicos.
O tratamento farmacológico deve ser individualizado e o seu manejo deve ser realizado em centros especializados. Para pacientes com narcolepsia, o suporte e a educação continuada de seus familiares e pessoas próximas também são fundamentais para um bom desempenho psicossocial.
Fonte: Dr. Fernando Morgadinho, neurologista e especialista em Medicina do Sono.

NARCOLEPSIA - entenda um pouco mais sobre esta moléstia!

Narcolepsia é um distúrbio do sono caracterizado por sonolência excessiva durante o dia, mesmo quando a pessoa dormiu bem à noite. Os ataques de sono podem ocorrer a qualquer momento e em situações inusitadas: em pé dentro de um ônibus, durante a consulta médica, dirigindo o automóvel, ou operando máquinas, por exemplo.

O sono normal começa com o desligamento do controle muscular. Nessa fase, é um sono de ondas lentas. Cerca de hora e meia depois, a pessoa entra na fase do sono REM, na qual a atividade do cérebro é intensa e os olhos se movimentam. Os portadores de narcolepsia saltam a etapa do sono de ondas lentas e entram direto, subitamente, na de sono REM.

Causas
Fatores genéticos estão envolvidos na narcolepsia, que é causada por alteração no equilíbrio existente entre algumas substâncias químicas (neurotransmissores) do cérebro, responsáveis pelo aparecimento do sono REM em horas inadequadas.
Em geral, o distúrbio está associado a um alelo ligado ao complexo maior de histocompatibilidade, ou seja, a uma proteína relacionada com a sonolência excessiva durante o dia. Em cães, o gene responsável pela narcolepsia já foi isolado.
A cataplexia, isto é, a perda súbita e reversível da força muscular durante a vigília, é o único sintoma exclusivo da narcolepsia. Os outros são: sonolência diurna excessiva, anormalidades do sono REM, paralisia muscular e alucinações hipnagógicas.

Diagnóstico
A polissonografia e o teste de latências múltiplas são dois exames de laboratório importantes que ajudam a estabelecer o diagnóstico da narcolepsia, que é diferencial, porque considera as características de outros distúrbios do sono, como a apneia e a insônia, por exemplo.
Tratamento
A pessoa com narcolepsia pode apresentar vários episódios de sono irresistível durante o dia. Se tiver a oportunidade de tirar um cochilo quando isso acontecer, provavelmente acordará mais disposta, porque esses cochilos costumam ser reparadores.
Os tratamentos da sonolência excessiva e da cataplexia são diferentes, mas os remédios indicados para um caso podem melhorar também o outro.
Uma substância nova chamada motofanil, além da vantagem de não provocar efeitos colaterais importantes sobre o sistema cardiovascular, tem-se mostrado eficaz para deixar a pessoa mais alerta. Já os antidepressivos agem melhor sobre a cataplexia. Às vezes, a solução terapêutica é combinar doses menores das duas classes de medicamentos (estimulantes e antidepressivos).

Recomendações
* Procure organizar sua agenda para tirar um breve cochilo, que é sempre reparador, nas crises súbitas de sono que ocorrem nos casos de narcolepsia;
* Esteja atento: a fraqueza muscular (cataplexia) pode ser desencadeada, quando a pessoa leva um susto ou acha graça em alguma coisa e dá risada;
* Lembre-se de que tratar a narcolepsia é importante para afastar o rótulo de preguiçoso e dorminhoco que incomoda tanto os portadores do distúrbio;
* Saiba que a narcolepsia não é uma doença grave, mas pode pôr em risco a vida das pessoas que dirigem carros ou operam máquinas;
* Evite ingerir bebidas alcoólicas ou outras substâncias que induzem o sono, pois só ajudam a piorar o quadro.
(dispnível em http://drauziovarella.com.br/letras/n/narcolepsia/)

Cursos capacitação, extensão e in comapny - jussinara.adv@hotmail.com

  • Crimes Previdenciários - Pratica e análise jurisprudencial
  • Crimes X Criança e Adolescente - MOD I - Abuso Sexual Infantil
  • Crimes X Criança e Adolescente - MOD II - PEDOFILIA
  • Crimes X Idoso - Direitos e Proteção legal
  • Crimes x Mulher - Viol. Doméstica
  • ECA na Escola - Direitos e Deveres da Criança e Adolescente
  • Educação em Direitos Humanos - Ensino Fundamental/Noções Gerais
  • Mecanismos de proteção do E.C.A
  • Previdenciário - Assistencia Social - Benefícios da LOAS - Teoria e Prática
  • Previdenciário - Assistência Social e direitos do IDOSO
  • Previdenciário - Benefícios por Inacapacidade - Teoria e Prática
  • Saúde - Rede de Atendimento e o paciente com CÂNCER
  • Saúde Mental - Dependente Químico - Intervenção psico-social e legal.
  • Saúde Mental - Intervenção socio-jurídica ao PACIENTE COM TRANSTORNO MENTAL.
  • Saúde Mental e Internação Compulsória.
  • Viol. Doméstica - Questões e Prática (Lei Maria da Penha)