sábado, 10 de abril de 2010

PULSEIRAS DO SEXO, FILHOS e a Lei.

Filhos nos trazem questionamentos, vontades etc… com certeza, em função da realidade social isto é uma tarefa difícil para os pais, embora ainda seja possível tê-los por perto e o mais importante – tê-los próximos de nós.

A ‘MODA” das pulseiras do SEXO não são apenas moda, nem somente polêmica. São uma realidade que se mostra (ao menos deveira) como ALARME à sociedade e principalmente aos pais. Por quê? Pelo significado que se percebe tanto nos resultados reais cotidianos quanto nas manifestações dos próprios jovens a cerca do assunto. O corpo como objeto de “brincadeira” e a distância que se estabelece.

“A gente não tem que mudar pra ser aceito pelos outros, a gente tem que ser a gente mesmo pra se identificar com as pessoas parecidas coma gente. pulseiras do sexo2Comeceia usar porque estava na moda, achava legal. Fiquei sabendo o que significava as pulseiras lá na minha escola, e foi dito que era melhor que a gente não usasse na escola, mas não foi proibido. Daí, fui perguntar pra minha mãe se podia usar, só por gostar, e perguntei o que ela achava. Depois que conversei com minha mae, vi que era melhor não usar, porque ela me explicou que mesmo que eu suasse só por achar legal, o que eu penso não está escrito na pulseira, e nem se eu uso só por achar legal ou se é pelo signficado que tem. Eu pensei que podia usar, porque comigo não ia acontecer nada porque eu não usava pra arrebentar nem entrar nessa brincadeira, nem pra que ninguém arrebentasse a minha, e achava que comigo não tinha perigo de acontecer nada porque não era o que eu pensava, nem eu queria.Só que minha mãe me mostrou, me explicou que as pessoas não sabe isso, nem com que idéia que eu tava usando, e eu não sabia que tinha essa idéia de ser um jogo do sexo, então eu vi que não dápra usar, vi que não devo usar.”(A.N.V. 12 anos, 7a série, 8o. ano).

É necessário sim que se imponha limites, conversar e esclarecer. Não creio que sejam coisas a ser”negociadas”, com a máxima vênia à manifestações neste sentido. Se necessário imposição e probição, que os pais, responsáveis e o Estado faça. Ainda que, por evidente, de forma essclarecida e dialogada.

j0441394O Estado tem o dever de proteção legal das crianças e adolescentes. Adequada sim a proibição legal do comércio das “pulseiras do sexo”. Se necessária para proteção da integridade física – no mínimo de crianças e adolescentes – que propostas legislativas neste sentido sejam recebidas com “louvor”, até que os jovens tenha condições de ‘conscientemente' e de forma madura fazer suas escolhas.

 

LUTO na AMCOL

LUTO em respeito ao falecimento de ente querido de coordenador de quadra na AMCOL. Adiado lançamento do Projeto 2010. 

A AMCOL e sua Assessora Jurídica, em respeito e apoio ao óbito da esposa de um dos "coordenadores de quadra" estiveram de LUTO nesta semana. 

Lamentamos pelo ocorrido e juntamente com familiares e amigos deixamos nosso abraço e apoio pela perda de seu ente querido.
Estamos além do que nossos olhos poderm ver, mas nosso coração pode sentir, assim como o sol se põe no horizonte e não mais podemos vê-lo mas sabemos que ele existe fora do alcance de nossa visão.
Respeitosamente,
Jussinara Narvaz

Cursos capacitação, extensão e in comapny - jussinara.adv@hotmail.com

  • Crimes Previdenciários - Pratica e análise jurisprudencial
  • Crimes X Criança e Adolescente - MOD I - Abuso Sexual Infantil
  • Crimes X Criança e Adolescente - MOD II - PEDOFILIA
  • Crimes X Idoso - Direitos e Proteção legal
  • Crimes x Mulher - Viol. Doméstica
  • ECA na Escola - Direitos e Deveres da Criança e Adolescente
  • Educação em Direitos Humanos - Ensino Fundamental/Noções Gerais
  • Mecanismos de proteção do E.C.A
  • Previdenciário - Assistencia Social - Benefícios da LOAS - Teoria e Prática
  • Previdenciário - Assistência Social e direitos do IDOSO
  • Previdenciário - Benefícios por Inacapacidade - Teoria e Prática
  • Saúde - Rede de Atendimento e o paciente com CÂNCER
  • Saúde Mental - Dependente Químico - Intervenção psico-social e legal.
  • Saúde Mental - Intervenção socio-jurídica ao PACIENTE COM TRANSTORNO MENTAL.
  • Saúde Mental e Internação Compulsória.
  • Viol. Doméstica - Questões e Prática (Lei Maria da Penha)